Vai baleia!

Já se passaram quase 6 meses desde que demos o pontapé inicial neste blog. No início, começou como o esforço de abnegados por corrida que se esbarravam sistematicamente pelo twitter. Escreve daqui, retwitta de lá, registra daqui, posta daqui, e nasceu um blog cheio de ambições.

Nas palavras da Rê (a famosa ‘mulher invisível’), no post inaugural, queríamos mostrar ao mundo virtual o a visão e as experiências desse grupo de corredores que suam a camisa toda semana no mundo real. Na verdade, não com essas exatas palavras, mas essa era a idéia.

Em paralelo, como uma boa rede de relacionamento, o grupo cresceu e apareceu. Outros corredores twitteiros se agregaram ao nosso grupo, e engrossaram o caldo das nossas conversas (seja no twitter, seja numa lista de discussão por email). E mais do que trocar experiências de corrida, treinos, marcas de tênis, etc; formou-se um grupo de amigos. Sentimento esse que foi um grande motivador para que todos corressem mais e melhor, por que não? Com o tempo, quem trotava quis correr um pouco mais, quem corria um pouco mais quis correr muito mais, e quem corria só pela farra e pelo visual, começou a se viciar nas provas (sim, estou falando do meu caso, pra quem leu este post).

De planilhas de treino a estratégias de prova, passando por tipos de camisa (manga curta x regata), hidratação pré-prova (incluindo chá de boldo), desidratação pós-prova e até um possível poker de confraternização entre os twitterunners, houve de tudo em nossas conversas. E assim ganhamos verdadeiro sentimento de grupo. Temos agora uma camisa personalizada para as competições, pontos de encontro e até um grito de guerra.


A estréia: a 1ª Maratona de Revezamento Pão de Açúcar. Fomos com duas equipes: uma masculina (4×10k) e uma feminina (8×5k). Como todo grupo, as equipes tiveram seus problemas até o dia derradeiro. E como toda equipe de verdade, todos procuraram se ajudar para completar a prova. E o que para muitos seria talvez uma ofensa, para nós foi um mantra de motivação. Fez cada um de nós lembrar que, mesmo no esforço individual, não estávamos sozinhos. E mesmo acima do peso, receber o incentivo do grupo com um sonoro “Vai, baleia!” me ajudou a buscar a superação naquele calor infernal do Aterro do Flamengo.

4 Respostas

  1. Faltou dar nome às baleias!

    Esse dia foi mágico…

  2. Eu não sei como pude “viver” até hoje, sem o #Twitterunners.
    Foi nesse grupo que senti o verdadeiro sabor de amizade e superação.
    E que nosso grupo continue sendo assim, unido e alto-astral.

  3. ei, vcs tem grupo de email??? eu quero participar. eu me perco mt nos posts do twitter…me fala ai como eu entro? bjks lili

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